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Hayley

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Achamos duas fotos de Hayley e Jeremy dando autógrafos no aeroporto da República Tcheca, confira:

Ontem o Paramore fez um show na Polônia, então aqui vão as novidades:

O setlist do show:

  1. Ignorance
  2. Feeling Sorry
  3. Where The Lines Overlap (acústica)
  4. Misguided Ghost (acústica)
  5. Crushcrushcrush
  6. Monster
  7. Pressure
  8. The Only Exception
  9. Brick By Boring Brick
  10. Misery Business
  11. Crushcrushcrush
  12. Monster
  13. Pressure
  14. The Only Exception
  15. Brick By Boring Brick
  16. Misery Business

Para ver vídeos do Meet&Greet, clique aqui.

Esse foi o local do show:

Confira as fotos do show e do Meet&Greet em nossa galeria:

  • Confira vídeos clicando aqui.

Achamos um vídeo no YouTube, é do Meet&Greet do show na Varsóvia, capital da Polônia. No vídeo, os fãs pedem para Taylor e Hayley falar algumas coisas em polonês. Taylor diz: “Polskie dziewczyny są piękne”, que significa “As garotas polonesas são lindas” e Hayley diz: “Kochamy was” que significa “Nós amamos vocês”. Confira o vídeo:

Conseguimos outro vídeo:

Confira as fotos feitas por fãs no Meet&Greet em nossa galeria:

O Paramore está na nova edição da revistaTeraz Rock. A revista é polonesa e o artigo fala sobre a separação da banda, ‘Monster‘, e o futuro da banda. Também falaram daquele acontecimento no qual apareceu uma foto semi-nua de Hayley postada no Twitter da cantora. Veja os scans:

A revista Rolling Stones da Argentina elegeu as 5 mulheres mais bonitas do rock. Hayley está na lista, confira:

Não, nem Katy Perry, nem Rihanna, nem Britney, nem Lady Gaga. Tampouco Fiona Apple, Cat Power, nem Zooey Deschanel. As garotas mais populares não serão incluidas nessa seleção não tão aleatória: meninas de beleza selvagem, de atraentes gestos agressivos, garotas do rock and roll. As clássicas imbatíveis (de Grace Slick e Joan Jett a Shirley Manson e PJ Harvey), não precisamo ser citadas…

Desde a pálida deusa Alicon Mosshart (The Kills e The Dead Weather) à beleza finlandesa da metaleira Tarja Turunen e a atitude adolescente de Hayley Williams do Paramore (não se preocupe, ela é maior de idade), uma lista com cinco roqueiras de hoje com atributos -musicais e outros- ao menos… notáveis:

1- Alisson Mosshar
2- Gracce Potter and The Nocturnals
3- Hayley Williams do Paramore
4- Karen O do Yeah Yeah Yeahs
5- Tarja Turnunen

No último post que Hayley fez no Livejournal da banda, um usuário perguntou a ela sobre o lançamento de Take Me Back:

Eu realmente gostaria que nós pudéssemos ouvir Take Me Back ): Ou qualquer outra música que nós ainda não ouvimos!

Hayley respondeu:

paramoreband – Eu estava pensando que é provavelmente uma boa idéia que eu não possa publicá-la. Honestamente, o estágio da “tristeza” para mim não acabou totalmente e eu não quero nada que seja duradouro  para tornar isso mais difícil. Estou feliz e definitivamente feliz com seguir em frente. Nós vamos trabalhar duro para vocês! Daremos novas músicas.

A revista Rock Sound fala mais uma vez sobre Paramore, mas, desta vez, é uma matéria com fotos da banda através do anos, começando por 2006. Confira:

ROCK SOUND NA 150: PARAMORE ATRAVÉS DOS ANOS

Nós estivemos cobrindo Paramore por um longo tempo na Rock Sound, dê uma olhada nas fotos passadas da banda nessa galeria.

Para conferir o post original, clique aqui.

A revista Rock Sound falou sobre Paramore, fez uma matéria sobre o que foi o álbum Brand New Eyes, falando sobre como eles lutaram para não acabar com a banda. Confira a tradução:

Um tesouro de arquivo explorando as tensões no Paramore antes do lançamento de ‘Brand New Eyes’.

Equanto Paramore aguarda a sua aparição no Rock for People na República Tcheca esse fim de semana, nós procuramos em nossos arquivos para pegar um clássico escrito sobre a banda assim que eles começaram a promover seu terceiro álbum ‘Brand New Eyes’ no verão de 2009. Leia a visão reveladora das tensões que quase destruíram a banda em pedações abaixo e pegue uma cópia da edição 150 da Rock Sound para mais Paramore e a melhor música alternativa conhecida para homem, mulher e criança.

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Em 27 de fevereiro de 2008 uma nova edição da Rock Sound foi disponibilizada nas bancas, mercados e lojas pelo Reino Unido, Paramore estava na capa. A edição tinha a intenção de celebrar a tour pelo Reino Unido de 12 datas da banda e as nomeações do Grammy para Melhor novo artista, mas a banda estava longe de contente. Com seu segundo álbum ‘Riot!’ continuou a impulsionar a banda para frente, veio o esforço do Paramore para lidar com o ritmo e a pressão que veio com sua posição.

“Nós sabemos que precisamos ser agradecidos pelo o que temos, o que somos,” admitiu a vocalista Hayley Williams quando a entrevista para a matéria foi feita. “Mas é difícil descobrir a linha de estar agradecido por isso e sabendo que se você pega tudo que te é oferecido você não durará fazendo isso.”

As palavras provaram mostraram misteriosamente profético como seis dias antes da revista ser disponibilizada Williams postou uma mensagem online dizendo que a banda tinha “muitos problemas internos” e que estaria cancelando datas de tour remanescentes porque eles não estavam “dispostos a arriscar a vida da banda [deles] por causa de uma tour”. Palavras fortes, mas inteiramente necessárias.

“Nós fomos para aconselhamento quando chegamos em casa,” Williams lembra 16 meses depois. “Nós sentamos com alguém que havia conhecido a banda por um longo tempo, alguém que nos obrigou a ser honesto e falar uns com os outros sobre o que estávamos sentindo, quem éramos e o que tinha acontecido.”

Williams relata o conto sentada na frente do ônibus de tour da banda, uma vez que fica na baía de carga do First Midwest Bank Amphitheatre em Tinley Park, um subúrbio desolado e profundamente desinteressantes 40 milhas ao sul de Chicago. O ônibus é o terceiro de uma fileira de nove que seguia o Paramore, Bedouin Soundclash, principais da tour No Doubt e suas associadas. Perto daqueles ônibus estão oito caminhões articulados que carregam a produção pela América do Norte numa turnê de 44 datas que irá tocar para uma multidão combinada de mais de meio milhão, enquanto fazendo os membros do No Doubt cada vez mais consideráveis.

Em frente à Williams senta o guitarrista Josh Farro, do lado dele estão seu irmão bateirista Zac e finalmente-segundo-guitarrista-oficial Taylor York. O baixista Jeremy Davis senta no canto do salão vestindo uma T-shirt do Snoop Dogg e shorts baggy. O clima é pesado, ar estranho paira na sala. A porta para os fundos do salão está fechada e a cortina da frente do ônibus está puxada para garantir privacidade, passivamente aumentando a tensão. Josh senta-se inclinando a cabeça para frente em suas mãos, olhando para o chão, no teto ou em qualquer outro lugar para evitar o envolvimento na conversa neste momento. Quando a possibilidade de adiar uma pergunta surge, ele pega. É claramente um momento que ele não se lembra com carinho. Williams continua a história.

“Antes da turnê nós tivemos dois meses de folga mas o tempo inteiro nóes estávamos indo por muitos sufocos pessoais, cada um de nós individualmente descobrindo quem éramos,” ela contempla. “Eu lembro de estar em casa antes da turnê e não ver ninguém, esperando para estar longe de todos, eu apenas sentava no meu sofá em casa. Quando nós voltamos para a turnês estávamos exaustos, nós não tínhamos realmente descoberto nada, nós não tivemos o tempo que precisávamos e nós não estávamos nos dando bem. Nós não gostávamos uns dos outros, nós estávamos na banda porque as pessoas esperavam que estivéssemos. Isso não era divertido.”

“Não estávamos cansados somente fisicamente mas estávamos exaustos pelo quanto não estávamos falando uns com os outros,” Zac continua. “Era triste olhar esses quatro rostos à minha volta quando eu preferia estar em qualquer outro lugar.”

“Nós sempre fizemos coisas para outras pessoas,” Davis adiciona, olhando para um guardanapo no qual estava desenhando. “Essa foi a única hora na qual nós nos permitimos ser egoístas com alguma coisa.”

Ninguém lembra quem chamou isso, quem finalmente falou, mas alguém o fez. Os voos foram cancelados, os promotores ligaram e as datas restantes foram canceladas. A banda voou para casa.

“Isso era sobre salvar essa banda, não salvar a turnê,” lembra York como a banda lutou com seus problemas em terapias pessoais e de grupo, se sufocando para descobrir quem eles eram, o que aconteceu e o que saíria disso.

O problema, em essência, foi a distância. Apesar de estarem nos mesmos aviões, ônibus e palcos, a banda parou de se falar, parou de ser honesta um com o outro. O silêncio tinha criado espaços que gentilmente facilitou a separação das amizades que existiam bem antes de Paramore ser uma banda. Paramore se tornou um negócio. Paramore se tornou impessoal.
“Eram coisas que poderiam ter sido resolvidas de forma simples se tivéssemos sido honestos uns com os outros e sem medo de sermos vulneráveis,” observa Williams com a frustração. “Eu sei que para mim, especialmente para mim como garota, eu estava sempre pensando que tinha que ser forte, e que eu não choraria. Mentalmente e fisicamente eu sempre tinha de estar no topo, porque eu não queria parecer fraca ou como a garotinha da banda. Cada um de nós tem uma história similar com isso e estávamos com medo de sermos honestos sobre isso e isso foi uma droga.”
Depois da terapia, as coisas melhoraram, mas não se curaram.

“Nós voltamos para a estrada, ficamos cansados e não ficamos juntos de novo,” Williams admite falando suave e lentamente, abrindo buracos no chão com seus olhos. “Havia muito de mim que eu não senti que tinha sido aceita porque eu estava crescendo, mas eu sempre tinha sido a pequena irmã da banda. Eu senti como se estivesse pronta para usar maquiagem, pronta para usar um vestido e eu me preocupei com o que os caras iriam pensar disso. Foi difícil, mesmo depois da terapia nós tínhamos que aprender a falar uns com os outros por conta própria sem ninguém nos ajudando.”

A banda fez uma turnê com seus heróis Jimmy Eat World, liderou Give It A Name, contribui com ‘Decode’ para a trilha sonora de Crepúsculo, viu ‘Riot!’ ser platina nos EUA, ouro no Reino Unido e lentamente se uniram novamente no resto de 08 [2008]. Especificações não são discutidas, rumores não são esmagados e as especulações da internet não endereçadas diretamente como a banda não menciona nomes, datas nem instâncias. Williams não menciona como (e se) seu parceiro, guitarrista do New Found Glory  Chad Gilbert, estava envolvido. Apesar da falta de informações detalhadas, a atmosfera no ônibus faz abundantemente claro o quanto complicado, doloroso e difícil o processo era.
“Muitas mudanças acontecem entre as idades 16 e 20,” admite Mark Mercado, um dos dois gerentes da banda contatado depois para comentar. “Imagine se aquelas mudanças acontecessem quando você estava na estrada, longe da sua família e amigos. A banda é muito diferente entre si, é isso que faz isso funcionar e também faz as coisas difíceis. Eu acho que eles estavam começando a entender como respeitar essas diferenças. Uma das grandes mudanças é vendo cada um deles realmente tentando se comunicar entre si. Não é sempre fácil, mas é ótimo ver.”

Em oposição, a dor e as cicatrizes auto-infligidas daquele ano veio seu primeiro single, ‘Ignorance’, do seu terceiro álgum ‘Brand New Eyes’.
“Quando nós começamos a escrever novamente todas as coisas que eu senti estavam começando a sair e eu estava com muito medo,” Williams explica. “Como eu poderia mostrar a minha banda, meus amigos, essa música que me fez colocá-los em um canto por causa de como eu me sentia? Como eu poderia esperar que eles ainda gostassem de mim?”

Mas mostrou a banda que fez e de algum jeito eles aceitaram letras como, “The same tricks that once fooled me / They won’t get you anywhere / I’m not the same kid from your memory / Now I can fend for myself” from ‘Ignorance’ and “Next time you point the finger / I might just have to break it, break it off” de ‘Playing God’.

“Eu acho que nos sufocávamos com não poder voltar atrás e dizer nosso lado da história mas nós todos aprendemos a lidar com isso,” York diz diplomaticamente, olhando para Williams. “Sendo um músico, você aceita que não é a voz da banda. Nós confiamos e amamos Hayley o suficiente para dar a ela esse papel, embora seja difícil às vezes.”
Mas, apesar da franqueza agressiva e da retaliação das vítimas das primeiras músicas do álbum, ‘Brand New Eyes’ cresce  a um documento coletivo recente do Paramore – e eventualmente – existência. O álbum demonstra, tanto liricamente quanto musicalmente, que a banda agora vê o mundo com termos mais sofisticados, não apenas preto e branco mas nitidamente mais claro e escuro, com vários tons de cinza no meio.

“Há tantas vezes que podemos tocar ‘That’s What You Get’,” Zac admite. “Nós amamos músicas pop e nós ainda vamos tocá-las mas temos mais para dizer agora. Eu amaria tocar no Foo Fighters mas eu também amaria tocar no Radiohead, sabe? Algumas das nossas músicas são muito diferentes e eu acho que estamos nos movendo, só porque nosso último álbum deu certo isso não significa que devemos repeti-lo.”

‘Brand New Eyes’ tem ao menos cinco singles, cinco bombásticos, músicas de rock carismáticas que irão com certeza impulsionar a banda mais acima na cadeia alimentar, mas a jóia da coroa do álbum é ‘Misguided Ghosts’, uma música de beleza, pura assombração gravada em apenas um take quando a banda estava na Califórnia com o produtos Rob Cavallo (Green Day, My Chemical Romance) durante as fases iniciais de 09 [2009].

“Na verdade nós escrevemos aquela faixa quando nós voltamos ao Reino Unido depois de dar um tempo,” Williams lembra. “Taylor estava tocando isto um dia na checagem de som, eu pensei que era uma música do Bon Iver, talvez Iron And Wine ou alguma coisa como isso, mas era nosso. Eu comecei a escrever para isso imediatamente.”

A música, delicada, fresca e sutil, tem uma textura, uma fragilidade que só poderia ser expressada pelo outro lado de uma experiência dolorosa. É cruel, até irônico que o tumultuado passado da banda os deu a chance de iluminar o futuro deles através dos momentos de ‘Brand New Eyes’ como esse.

“Eu acho que foi a primeira vez que eu pude resumir toda a emoção excêntrica que eu tive,” ela oferece adicionalmente. “A música é sobre navegando através e da dor de descobrir onde você se encaixa.”

“Eu acho que esse álbum é apenar uma dica do que está por vir no futuro dessa banda,” adiciona o gerente Mercado mais tarde. “Eu acredito que eles tem que ir onde eles querem ir. É nosso trabalho ter certeza de que o ritmo é o certo.”

Algumas horas depois, quando Paramore toca seu set na frente de 25,000 pessoas, não é difícil de concordar com as palavras do gerente. Claro, os aplausos não são tão altos, o set não é tão elaborado e a produção não tão complexa para o Paramore como é para o No Doubt, mas mesmo assim é fácil imaginar a banda segurando uma audiência desse tenho nos anos que virão. ‘Brand New Eyes’ é o documento de um estressante passado e o projeto para um futuro brilhante, as músicas nele são as mais maduras e perfeitas que a banda já escreveu.
“Eu sinto que somos capazes de crescer o quanto quisermos,” comenta York como ele reconhece que o sucesso da banda é dependente da habilidade deles de funcionar como uma unidade. “Nós somos tão agradecidos por isso, nós temos nossos amigos em casa lutando para pagar suas contas de água com suas músicas. Queremos aproveitar o máximo que pudermos dessa oportunidade enquanto ainda estamos saudáveis.”

Quando Paramore começou os membros eram jovens, tão jovens. Alguns saíram, alguns ficaram e cresceram, cresceram separados e quase se separaram. De algum modo eles lidaram com isso e superaram, transformando suas vidas em cacos e relacionamentos fraturados e encaixando-os em um tipo de espelho que reflete a sua união, permitindo-lhes que continuem fazendo o que amam. ‘Brand New Eyes’ é sobre medo, caindo e encontrando um novo ponto de equilíbrio. É real, estranhamente, dolorosamente real. É o melhor álbum que o Paramore já fez.

Traduzido por Fã-Clube Brasil Paramore.

Para conferir o post original, clique aqui.

Atualizamos nossa galeria com os seguintes álbuns:

CMT Awards 2011 - algumas fotos:

Photoshoot de Los Angeles por Lindsey Byrnes -algumas fotos:

Paramore está na capa da revista RockZone, uma revista espanhola. Na verdade é só a Hayley na capa, mas a matéria é sobre o Paramore. Veja:

Paramore rompendo o silêncio

Paramore rompendo o silêncio

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